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Notícias5 mitos sobre automação residencial que precisam ser esclarecidos!

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Preço, dificuldade, segurança…. Saiba como vencer mitos sobre automação residencial e aumentar o número de clientes

Vença os mitos sobre automação residencial para convencer de vez seus clientes

O mercado de automação residencial no Brasil está em recuperação e as expectativas dos fabricantes é retomar as vendas. Em 2016, as empresas mantiveram um faturamento estável, segundo a Aureside e a expectativa é de expansão neste ano. Cada vez mais, os clientes tratam a automação residencial não como novidade tecnológica e sim como um item doméstico.

No entanto, boa parte do público não conhece detalhadamente os benefícios das soluções e acabam reforçando mitos sobre automação residencial. Estes fatos tidos como verdadeiros, afetam a consolidação de um mercado similar ao americano, onde os users têm confiança para instalar equipamentos por conta própria.

Atualmente, o mercado exige cada vez mais que o integrador de sistemas seja um profissional multitarefas. No lado técnico, deve fornecer e ser capacitado a instalação de rede e dispositivos na casa de clientes. Em outra mão, como representante de vendas, promovendo e fornecendo a terceiros as soluções de automação.

Um trabalho e tanto para convencer e converter prospectos em clientes. Como fazer isto com sucesso?

Nesta postagem, daremos bons argumentos para romper com a resistência de clientes e realizar negócios com maior frequência. Muito destas ideias podem ser combatidas pelo integrador com uma boa abordagem nas vendas. Abordaremos cinco mitos principais.

É preciso ter muito dinheiro para a automação da minha casa
O principal mito sobre automação residencial: nem sempre é preciso gastar muito com o projeto

Com certeza, o principal argumento usado pelos compradores para não investir é o preço da automação residencial.

O custo da automação residencial é relativo a complexidade do projeto elaborado. O tipo de solução escolhida – cabeada e wireless – será determinada de acordo com as necessidades dos clientes e dimensões de residências. Todo o processo de criação de um projeto robusto e integrado começa com o mapeamento do consumo energético e do conhecimento do consumidor. A elaboração desta etapa será o ponto de partida inicial para uma estimativa de orçamento necessário para a instalação.

O preço médio da automação no Brasil reduziu muito nos últimos anos, principalmente com estabelecimento de soluções wireless. Hoje, a instalação de automação sem fio corresponde a 1% da obra. Em alguns projetos residenciais, os custos com reformas podem ser mínimos ou até zero! Todo investimento pode ser direcionado a criação de uma rede WiFi efetiva e equipamentos usados nos subsistemas (como home theater, etc).

Contudo, residências de grandes dimensões – acima de 400 m² – precisarão de redes e caixas de distribuição de energia. Devido ao raio de alcance limitado dos centrais wireless, o integrador poderá optar por soluções totalmente cabeadas ou mistas (um híbrido com módulos wireless). Existe também o caso de reformas, com reaproveitamento ou substituição de redes.

Embora demande investimento inicial mais elevado, o preço da automação residencial cabeada é compensado por custo-benefício de longo prazo. Estima-se que até 30% do valor inicial investido pode ser recuperado com a eficiência energética e otimização de consumo. Por isso, a sustentabilidade nunca deve ser deixada de lado nas estratégias de vendas!

Por último, não menos importante: o uso de automação residencial aumenta o valor total do imóvel. Em um retrofit, estima-se que pode ser multiplicado em até 10 vezes. Com estas informações em mãos, será difícil não convencer seu potencial cliente a não instalar sistemas domóticos em casa.

“Minha segurança ficará ameaçada com dispositivos de automação”
O mito sobre automação residencial acerca de segurança

Como explicamos anteriormente, a invulnerabilidade de dispositivos de automação depende sobretudo de boas práticas do usuário. A questão do risco é inerente a quaisquer equipamentos conectados à rede mundial. Além disso, o panorama segue o mesmo: diariamente novos ciberataques são planejados para roubar informações e prejudicar sistemas.

Com o aumento da conectividade da casa pela Internet das Coisas, a questão da privacidade se torna ainda mais importante. De acordo com o relatório de tendências Parks Associates, 50% dos usuários americanos preocupam-se com roubo de dados por hackers. Não apenas isto: muitos consumidores também desconfiam do uso de dados sem permissão por companhias.

A preocupação do consumidor, sobretudo, deve ser na construção de uma infraestrutura de rede segura para integração do seu sistema. Em soluções sem fio, os principais cuidados devem ser na segurança de roteadores. É importante habilitar o firewall e se possível, conectar os dispositivos de automação em Redes Privadas Virtuais (VPN). Isto restringe o acesso e dificulta a identificação de aparelhos por hackers, principal meio para Ataques de Negação de Serviço (DDoS).

Outra avaliação importante a ser feita: qual é o grau de conectividade que o usuário deseja?

A vantagem dos sistemas automatizados está no aprendizado da máquina, que toma decisões autônomas de acordo com dados gerados pela captação de sensores ambientes. Contudo, são as interfaces da automação que fazem a interação homem-máquina, tal como a configuração de cenas, ajustes de equipamentos e identificação de usuários.

Nem todos são heavy-users a ponto de precisar de vários gadgets sincronizados às soluções, como smartwatches e assistentes de voz. Lembre-se: quanto mais conectado, mais dados serão compartilhados e armazenados em nuvem. Portanto, é preciso explicar os prós e contras das funcionalidades aos clientes na elaboração do projeto.

“É muito difícil utilizar automação hoje”
Outro mito sobre automação residencial arraigado é a dependência de tecnologia mobile para ajuste de cenas

Pelo contrário! As melhores soluções do mercado são caracterizadas por valores de usabilidade e personalização aplicados diretamente aos produtos de automação. Todos os componentes do sistema, sejam sensores, atuadores ou interfaces, são adaptados para se ajustar ubiquamente ao espaço e ao cotidiano dos moradores.

Através de aplicativos desenvolvidos pela fabricante, o processo de gerenciamento de cargas elétricas em eletrodomésticos e iluminação é bastante facilitado. Basta reconhecer o dispositivo da automação (micromódulos, por exemplo) por tecnologia QR ou cadastrar códigos infravermelhos para habilitar seu controle. Tão simples que pode ser feito sem qualquer ajuda do integrador!

Ainda, os projetos residenciais buscam fornecer diferentes níveis de acesso aos clientes, através da interação com interfaces de automação. Isto permite que diferentes usuários de um mesmo sistema, consigam ajustar funcionalidades individuais por meio do aplicativo. O mesmo processo pode ser pré-configurado pelo integrador, por meio do software de gerenciamento da solução que representa.

O benefício da configuração prática é tão grande, que torna o produto de automação ideal para aperfeiçoar acessibilidade de casas.

Uma integração de automação inclusiva, torna todo o ambiente residencial adaptado à utilização por idosos, crianças e portadores de necessidades especiais. Não menos importante, a introdução de assistentes de voz promete reduzir a dependência de dispositivos mobile no longo prazo.

No entanto, lembre-se: quanto mais complexas as funcionalidades, maior o custo da venda da automação residencial. Se o cliente estiver interessado em poucos recursos ou demonstrar perfil “imaturo” ao produto é preferível criar um projeto flexível. Mantendo a escalabilidade, isto é, sua capacidade de incorporar novas funcionalidades no longo prazo, todos saem ganhando.

“Preciso ser dono da minha casa para instalar automação”

De forma alguma!

Muitos clientes potenciais cometem este erro por desconhecer a instalação de automação residencial wireless. Principalmente, locatários de imóveis que não querem se preocupar com mudanças na estrutura física da casa. O que muitos não fazem ideia, é que estes recursos domóticos são muito mais baratos e fáceis de instalar!

Os projetos com sistema wireless facilitaram a automação de baixo custo, sem perder os principais recursos disponíveis em redes cabeadas. Sobre a mesma central de automação, o consumidor controla ar-condicionado, iluminação, segurança de portas, cortinas e eletrodomésticos. Outros subsistemas podem ser integrados, como alarmes de incêndio, sirenes de alerta e câmeras de CFTV.

Esta é uma excelente alternativa para aqueles que tem sistemas de automação muito antigos em casa e dispensam o retrofit. Os novos sistemas sem fio estão em constante expansão, com a integração de novos equipamentos e funcionalidades aos seus aplicativos. No curto prazo, dificilmente tornam-se obsoletos garantindo o retorno sobre investimento no projeto.

A flexibilidade oferecida é tão vantajosa, que você poderá explorar novos nichos de mercado, que compartilham as mesmas “dores”.

  • Escritórios e ambientes de trabalho fechados em geral;
  • Hotéis e pousadas;
  • Prédios e repartições públicas.
“Automação Residencial é apenas uma tendência”

Acredite, este é um dos mitos mais fáceis de serem vencidos!

A automação residencial veio para ficar. Estima-se que o mercado mundial crescerá 25% entre 2015 e 2020, chegando ao valor de R$ 21 bilhões de reais.

Atualmente, o mercado brasileiro está se consolidando com a incorporação de novas tecnologias e a chegada de novas marcas. As soluções nacionais futuras terão mais interoperabilidade, conectando a novos produtos.

Futuramente, a automação residencial pode se tornar um item básico na venda de imóveis, a exemplo do mercado europeu. Hoje, é possível encará-la como um investimento. Estima-se que as instalações dos sistemas aumentam o valor do imóvel em até 10%. Com a adoção de sistemas wireless, o custo cairá ainda mais.

Além destes fatores, o serviço de casas inteligentes está se diferenciando em novos modelos de negócios. Em artigo anterior, destacamos como os profissionais podem prestar novos mercados de automação residencial. Existem diversas novas maneiras de venda de produtos de automação e explorar nichos como apartamentos compactos, é muito interessante.

Conclusão

O atual mercado brasileiro de automação residencial oferece soluções para elaboração de projetos de múltipla complexidade, sejam cabeadas ou wireless. Entretanto, o consumidor ainda mantém restrições a estas tecnologias, principalmente em relação ao custo e dificuldade de utilização. Neste ponto, o integrador é essencial para mudar a mentalidade deste público-alvo, destacando a automação como investimento de longo prazo.

Em contrapartida, o integrador de sistemas precisa aperfeiçoar seu atendimento como vendedor e humanizar sua abordagem ao cliente. Só assim ele vencerá estes mitos sobre automação residencial. É necessário demonstrar as vantagens da instalação de uma smart home, apresentando dados e cases de instalação de seus portfólios. No projeto e na instalação de obra, atuar como intermediário do cliente na relação com engenheiros, arquitetos e projetistas.

Quanto mais o integrador atuar com proximidade e transparência ao cliente, maiores serão suas chances de sucesso em novos projetos.

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