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NotíciasA automação residencial por comando de voz veio para ficar!

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O uso de assistentes por voz invadiu de vez o campo da automação residencial. Leia mais sobre seus impactos neste post!

Rivais no mercado, Amazon Echo e Google Home estão na solução de automação residencial Minibox WiFi

As soluções de automação residencial estão expandindo cada vez mais sua capacidade de interatividade ao usuário pela introdução de novas interfaces de comando de cenas. A mais recente delas, com certeza, é o lançamento das bases assistentes de voz (voice assistant) pelos gigantes do mercado de inovação, a Amazon e Google.

Estes dispositivos preconizam o investimento das empresas na visão de que gadgets de voz são o futuro da expansão da Internet das Coisas (IoT), conceito que leva em conta a transição da atual comunicação por rede para uma nova lógica onde objetos terão capacidade de comunicar com humanos e entre si!

Não obstante, os sistemas de conversação e os objetos inteligentes foram apontadas como algumas das 10 maiores tendências de tecnologia em 2017 pelo relatório Gartner, com a adoção dos assistentes em crescimento nos EUA. A automação por meio de voz, parece ter encontrado de vez o caminho do sucesso.

Quais serão os efeitos desta transição provocada pelo crescente uso de assistentes de voz no campo da automação residencial? É o que apontaremos nesta postagem.

Internet das Coisas ou IoT: afinal, o que é isto?

Internet das Coisas (Internet of Things) é o paradigma presente em vários dispositivos da automação residencial

Para compreender a aplicação dos assistentes de voz nos sistemas de automação residencial é preciso entender como eles são parte do conjunto de invenções consequentes da adoção da Internet das Coisas. Mas afinal o que é realmente é este conceito tão usado nas feiras e palestras de tecnologia?

A Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) é um paradigma da tecnologia que afirma que o futuro da Internet está situado não apenas nas atuais interações humanas ou humano-objeto, como também na interação objeto-objeto. Estas interações consideram que as máquinas inteligentes são objetos com identidades virtuais próprias, capazes de compartilhar dados, autoconfigurar comandos e interagir aos estímulos do ambiente.

Mas como é possível torná-las, objetos com interações quase-humanas?

Inicialmente, os objetos adquirem identificação única, uma vez conectados à Internet. A partir de protocolos de comunicação específicos, estas máquinas inteligentes obtêm capacidade de autoconfiguração e autogerenciamento, necessários para tomar decisões autônomas, reagir aos comandos de agentes externos (homens e outras máquinas) e armazenar informações coletadas.

Os assistentes de voz são objetos totalmente integrados a este universo de possibilidades, por uma série de motivos:

  • Auto-conexão: partilham de tecnologia para conexão entre objetos e só necessitam de comunicação wi-fi para operação;
  • Ubiquidade: referente a característica de onipresença destes objetos. São adaptáveis a qualquer ambiente, tanto pelo uso de tecnologia sem fio quanto pelo design simples.
  • Interação com o ambiente: o uso de microfones para captação fonética e feedback sonoro, torna-os utensílios práticos de usar no cotidiano.
  • Desta forma, os assistentes de voz são interfaces ideais para a automação residencial e sua utilidade se tornará ainda mais recorrente no futuro. Não obstante, o relatório de tendências de IoT 2017 da Parks Associates apontam que eles estão em 30% das casas americanas com dois ou mais utensílios para controle de aparelhos de entretenimento.

    A evolução dos assistentes de voz

    O uso de tecnologias de voz para controle de automação residencial não é recente. As primeiras experiências datam da década passada e sempre foram testadas pelos players das soluções. No entanto, a tecnologia – que era utilizada como diversão principalmente por programadores com experiências em Arduino – nunca conseguiu se estabelecer no mercado por questões técnicas e de usabilidade.

    O reconhecimento fonético não era eficaz – havia sérias dificuldades para captação e sincronização de vozes até a evolução de microcontroladores e módulos de reconhecimento de voz eficientes. Porém, o grande avanço veio com o desenvolvimento das técnicas de deep learning em associação com a capacidade de armazenamento e tratamento de grandes quantidades de dados.

    A partir de então, a capacidade das máquinas analisarem e atuarem em reação as informações recebidas do ambiente se expandiram e beneficiaram as tecnologias de voz. O desenvolvimento dos bots atuais como o Watson (IBM), Siri (Apple) e finalmente, o ,Amazon Alexa se tornou crucial para a criação de dispositivos de automação autoconfiguráveis e inteligentes.

    O uso dos dispositivos de voz em casas inteligentes também se estabeleceu devido à capacidade das novas tecnologias em serem assertivas ao mesmo tempo – a questão da usabilidade. O incômodo de falar diretamente com um objeto, se reduziu com o feedback em tempo real. Mais do que isso, a interação direta para entretenimento (dicas de receitas, leitura de notícias, etc) tornaram-nas mais aceitáveis no cotidiano.

    Futuramente, o comando por voz ganhará ainda mais espaço na automação residencial com a consolidação do mercado de wearables. O avanço destas tecnologias é tão relevante que muitos especialistas em tecnologia têm declarado o .prenúncio do fim da digitação e uso de botões.

    Por exemplo, as soluções da Neocontrol já contam com a utilização do Apple Watch como interface para a configuração de cenas de automação residencial de forma remota.

    Voice assistant na automação residencial

    Minibox WiFi utiliza o Amazon Echo e Google Home como interfaces de cenas

    A viabilidade do uso dos dispositivos em projetos de automação residencial é uma oportunidade aos integradores, especialmente no uso de soluções em automação assistida. O comando de voz é uma aplicação eficiente para aumentar a acessibilidade de residências e reduzir a utilização de controles remotos e até mesmo, smartphones e tablets com aplicativos da automação.

    Portadores de necessidades especiais e idosos são os principais beneficiários de soluções de automação com foco em interfaces de voz. Através de comandos diretos, direcionados aos assistentes de voz Alexa ou Google Assistant, é possível controlar um sistema de automação aplicado em todos os seus princípios de Domótica (iluminação, áudio e vídeo, segurança, ar-condicionado).

    Embora, os custos por unidade da ainda sejam ainda relativamente altos – o Google Home e o Amazon Echo custam em média R$ 1200 – estes dispositivos têm impacto direto na redução de custos do projeto de automação. A integração como soluções em automação residencial wireless é perfeita para substituir projetos cabeados de custo mais alto ao consumidor final e deve ser oferecida ao cliente como parte de seu mix de produtos.

    Esta é uma premissa do Minibox WiFi, a solução de automação residencial sem fio da Neocontrol. Com uma instalação otimizada para residências de dimensões mais reduzidas (150 m²), os integradores podem criar sistemas robustos com integração por voz com Amazon Echo e Google Home. O aplicativo permite a sincronização com as interfaces através da habilitação da skill Neocontrol Pro no site da Amazon e inserção do código no app da solução.

    Simples e prático de configurar!

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