Área do Integrador

3 dicas para tornar seus projetos luminotécnicos muito mais lucrativos

Qual é questão mais importante para tornar a automação de iluminação residencial mais lucrativa ao integrador e atrativa aos clientes? Os projetos luminotécnicos são parte da rotina dos integradores e são muito requisitados pela crescente demanda por automatização de luzes.

Não é para menos. A iluminação residencial é considerada a porta de entrada para introdução do consumidor às soluções em smart home. Não obstante, as primeiras redes e protocolos de comunicação foram criados com o intuito de seu controle. Além disso, por serem mais enxutas e fáceis de configurar, são o sistema inicial de muitos profissionais na função de integrador.

Contudo, a criação de projetos luminotécnicos podem ser bastante lucrativos na ocasião da construção de uma automação robusta, qualitativa e satisfatória ao consumidor. Este desenvolvimento levará em conta não apenas a qualificação técnica do integrador, mas sua habilidade de pensar como empreendedor com foco em fidelização de suas clientes finais.

Ficou interessado? Apresentaremos agora três ótimos tópicos para melhorar seus projetos e lucrar ainda mais com estes serviços.

1. Desenvolva um projeto integrado de automação

Para o desenvolvimento eficiente de projetos luminotécnicos, considere a elaboração da infraestrutura de automação residencial no longo prazo. Tenha em mente que o conceito de casa inteligente está embasado em sua alta capacidade de integração entre dispositivos. Por isso, convença seu cliente sobre a importância da instalação de um projeto integrado de automação.

Prioritariamente, um projeto integrado é um todo onde os subsistemas atuaram de forma holística. O que isto significa? Que todos os subsistemas da automação (ar-condicionado, áudio e vídeo, motores de cortinas, segurança, iluminação) são sistemas interdependentes em comunicação. Compartilhando estruturas de cabeamento ou wireless, suas funcionalidades atuam em conjunto construindo as denominadas cenas domóticas.

Haja visto esta atuação conjunta, é preciso que o sistema de automação residencial esteja instalado de forma racional e sustentável. Isto reduzirá o custo da instalação, o consumo de energia e o retrabalho com futuras extensões requeridas pelo consumidor final. Por isso, torna-se essencial que o integrador esteja tecnicamente preparado e fiscalize todas as etapas do projeto.

Lembre-se, o projeto integrado eficiente será dividido em fases:

  • Levantamento ou inventários de subsistemas e dispositivos;
  • Definição de interfaces utilizadas (com base em usabilidade e protocolos);
  • Detalhamento técnico de mapas de cabeamentos, plantas arquitetônicas;
  • Documentação do sistema (antes e depois da criação do projeto).

Estes procedimentos dependerão da escolha do treinamento técnico ou marca definidos no planejamento. Todavia, a maioria destas obras conterão basicamente estes passos essenciais. Além disso, é basilar que o projeto envolva todos os profissionais envolvidos na obra (arquitetos, engenheiros civis, mestres de obras) e claro, o consumidor final.

O projeto luminotécnico envolverá ainda o projetista de instalações elétricas. Não pense duas vezes, se enfrentar resistência. A força de um sistema integrado e o valor de sua proposta, está em refletir o melhor custo-benefício ao cliente e na escalabilidade da solução (agregar novos dispositivos à rede original, aumentando sua demanda por serviços futuros).

2. Utilize apenas equipamentos de LED reconhecidos pelo INMETRO
A instalação de projetos luminotécnicos devem priorizar integração entre subsistemas

A iluminação por LEDs não dispunha de certificação obrigatória do INMETRO para comercialização até junho de 2017. Este vácuo, permitiu que diversos produtos de baixa qualidade acessassem o mercado brasileiro. Embora estes equipamentos pareçam satisfatórios pelo preço baixo, eles podem prejudicar redes elétricas e manter o alto consumo energia.

A funcionalidade, seja em projeto inicial ou retrofit, dependerá do desempenho dos pontos de luz em associação ao espaço físico. Como consequência, o integrador deve considerar a ambientação (materiais de pisos e paredes) e análise fotométrica de luminárias de LED. Ainda mais importante, pensar qual será o uso de cada espaço automatizado da casa. Os cômodos requerem níveis de iluminação e temperatura de cor diferentes e os LEDs de qualidade oferecem suporte necessário.

Também, a dimerização automática e o comando de cenas dependem muito da ubiquidade e interação do sistema com a iluminação externa. A distribuição de sensores de luz natural, envolvendo termostatos, tem de captar a influência da luz natural sobre o espaço físico. Por exemplo, uma casa inteligente é capaz de reagir ao aumento de temperatura pela luz solar, acionando cortinas a ar-condicionado.

Portanto, é obrigação do integrador priorizar marcas com fabricação certificada. Além de garantias de fabricação mais vantajosas, aumentam a eficiência energética e vida útil do projeto luminotécnico. Sob esta perspectiva, o integrador pode estabelecer contratos e prestação de serviços para o monitoramento e análises regulares para torná-lo mais sustentável.

3. Priorize o nível de customização da automação ao seu cliente

A criação de um projeto personalizado prioriza a usabilidade de interfaces e de ambientação. Intensidade, iluminância e potência dos LEDs variam com a destinação de cada espaço projetado em consonância com o custo-benefício. Contudo, também é necessário considerar o tipo de iluminação, posição e distribuição de luminárias. Assim, o integrador deve tomar escolhas de produtos utilizados relacionando capacidade técnica e conhecimento aprofundado sobre o cliente.

A customização ideal só será obtida se os clientes expressarem suas opiniões e sentimentos sobre o projeto. Neste caso, não existe opções a não ser a realização de entrevistas recorrentes antes do desenvolvimento do projeto integrado. Muitas vezes, as opiniões ficam implícitas e são expressadas apenas quando a instalação está concluída. O resultado: clientes insatisfeitos, transferências de culpa entre profissionais da obra e o prejuízo ao nome de sua empresa.

Portanto, consulte seu cliente sempre que necessário!

Caso tenha dificuldades para abordá-lo, não se esqueça de apresentar seu portfólio atualizado. Não há nada melhor do que demonstrar sua capacidade operacional e suas habilidades através de instalações realizadas. Lembre-se, a automação residencial é um tema complexo e o mercado brasileiro de IoT é imaturo . É preciso explicar o funcionamento do projeto, apresentar plantas, cronogramas de etapas e custos da implementação.

Acima de tudo, mantenha contato com o arquiteto e designer responsáveis e envolva-os na elaboração do projeto. Estes profissionais têm conhecimento de análise de planta e percepção técnica mais aguçada sob a influência da iluminação na criação de um ambiente mais confortável ao usuário.

Conclusão

Para a criação de um projeto luminotécnico, não basta amplo conhecimento técnico e comercial de marcas de dispositivos e iluminação. Agora, é prioritária a adoção de um novo posicionamento que considere a rede como elemento de ligação entre os sistemas funcionamento da casa: o projeto integrado de automação. Para efetivá-lo, o integrador deve adotar uma visão de longo prazo e convencer seu cliente sobre os benefícios da solução.

Para ajudá-lo, os treinamentos e cursos de integradores disponibilizados pelas empresas do mercado brasileiro são de grande valia. A Neocontrol, por meio de suas certificações Module e Minibox Wi-Fi, capacita dezenas de integradores por ano. Queremos reinventar o conceito de morar, através de soluções sustentáveis e com todos os princípios de automação residencial integrados.

É recomendável que o integrador não se limite a área de formação ou atuação profissional. Por sua natureza multidisciplinar, o projeto exige conhecimentos mínimos sobre áreas correlatas à sua criação. Esteja em contato com arquitetos, engenheiros, designers para saber mais sobre a viabilidade e funcionalidade de subsistemas de iluminação. Leia livros, frequente eventos ou faça minicursos voltados para estas áreas em específico.

Por fim, dê preferência a soluções com qualidade e sustentabilidade reconhecidos. Além da INMETRO, certificações como PROCEL e LEED influenciam seu reconhecimento no mercado como empresa comprometida com valores de preservação de meio-ambiente, seriedade e compromisso com clientes e fornecedores.

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