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Notícias3 fatores sobre protocolos quando escolher sua automação residencial

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Saiba o que importante levar em conta sobre protocolos de comunicação quando escolher a melhor opção de automação residencial.

As Centrais Neocontrol contam com protocolos RTN e RTS

Os protocolos de comunicação são parte essencial para o funcionamento da automação residencial.

Definidos como conjunto de regras ou padrões estabelecidos para a troca de dados entre camadas de dispositivos e centrais de automação, seu desenvolvimento permitiu um avanço inestimável para a consolidação da Domótica mundialmente.

Com a crescente gama de opções de automação no mercado, é comum que o integrador de sistemas se depare com até uma dezena (!) de protocolos utilizados pelos gateways para comunicação com dispositivos utilizados na rede de automação. Diante desse panorama, não é incomum que surja várias dúvidas na escolha da melhor solução para instalação ou revenda (especialmente entre os integradores novatos!).

Mas, quais são os fatores primordiais e como eles devem influenciar sua escolha do melhor sistema de automação residencial?

Não precisa ficar confuso! Vamos explicar todos os detalhes agora mesmo nesta postagem.

Defina as prioridades de seu projeto de automação

Em primeiro lugar, tenha em mente qual será a prioridade de seu projeto. Já ressaltamos o valor e a importância do integrador de automação que desenvolve projetos centrados no usuário final anteriormente.

Quais são as prioridades de seu cliente final? Comodidade, segurança ou uma solução de sustentabilidade?

Estas perguntas são básicas para decidir qual solução será mais adequada para a instalação do consumidor e logicamente, definirá qual será o sistema da automação e os dispositivos (atuadores, sensores e módulos) utilizados para automatizar a residência do cliente.

A complexidade do projeto elaborado influirá de forma significativa sobre a escolha da solução, principalmente relacionado no custo ao cliente final, dimensões de residência e interfaces utilizadas para controle e ajuste de cenas. Não menos importante, será sua influência na construção de aplicações que enfatizem o perfil de usabilidade do cliente.

Hoje, o mercado brasileiro oferece soluções integradas que possuem um custo de equipamento relativamente maior que os ecossistemas. Contudo, haja visto os fatores apontados este pode ser um “barato que sai caro”. Não existem stakeholders capazes de imporem condições de padrões aos demais fabricantes, nem mesmo considerando as grandes multinacionais distribuídas por terceiros.Em geral, os preços são similares até pela necessidade de apresentarem preços competitivos em um mercado ainda imaturo.

Considerando a introdução de novos integradores no mercado, enfatizamos que a quantidade de protocolos associados não será tão importante quanto a capacidade de diferenciação de produtos da marca escolhida. Principalmente, porque o integrador trabalhará com clientes com diferentes demandas e o mais aconselhado é que esteja tecnicamente capacitado para a instalação.

O Minibox WiFi é uma solução perfeita nestes aspectos. Sua central utiliza os protocolos RTN (434 MHz) e RTS (433.42 MHz) que conectam com micromódulos para dimerização (Micro Dimmer), controle de áudio e vídeo por infravermelho (Micro IR), permitindo uma customização completa de aparelhos de residência.

Veja outras razões para prestar atenção no Minibox WiFI ou clique na imagem abaixo para visualizar a solução.

Minibox WiFI
Saiba as limitações e vantagens de soluções integradas de marca e ecossistemas

Saiba que os principais players de smart home consideram alguns fatores de posicionamento de marca, benefícios lucrativos advindos da integração de seus sistemas com outras empresas (por vezes até concorrentes!) e aspectos técnicos quando tomam decisões empresariais para a construção de uma sistema integrado ou um ecossistema de marca.

Compreender a diferença entre os dois modelos de negócio, primeiramente, é essencial.

Histórico: do cabeamento à Internet das Coisas

Neste âmbito, surgiram os primeiros protocolos powerline(PLC) em 1975, particularmente o escocês X-10, que iniciou a automação residencial por distribuição de energia e os padrões americanos LonWorks/LonTalks (1988), CEE-Bus (1984) e RS-232.

Este são alguns dos protocolos de automação residencial

Até então, a criação de protocolos era uma decisão técnica e de negócio, levando em conta a viabilidade de distribuição de produtos e marketing. Lembre-se, este foi um contexto pré-globalização: as primeiras empresas atuavam prioritariamente em suas áreas de origem, em países da Europa e nos EUA com exportação limitada. Os protocolos eram bastante adaptados aos mercados nacionais, regulamentações e associações que as empresas criavam.

Estas tecnologias cumpriram seu papel, mas à medida que a automação residencial se expandia esbarravam em suas limitações técnicas de segurança, endereçamento e de custo de hardware com a chegada dos anos 1990. Havia a necessidade de torná-los voltados a integração de dispositivos com operação cabeada e wireless, muito mais baratos e personalizáveis que as redes de par trançado (bus) e powerline.

Assim nasceram os padrões standard, que ofereciam funcionalidades similares sem o custo da infraestrutura de cabeamento, alcance relativamente maior e alta taxa de transmissão de dados. Com o grande diferencial: utilizarem banda de radiofrequência (RF), bluetooth e TCP/IP. Estas tecnologias eram visionárias, pois abriram caminho para o desenvolvimento pleno da Internet of Things (IoT).

O esforço para universalização foi possibilitado graças às alianças entre fabricantes de todo mundo, resultando em protocolos abertos. Contudo, para operar com estes protocolos é requisitado que os fabricantes se submetam a diferentes processos de certificação adaptados aos critérios de qualidade determinados por cada entidade detentora dos métodos.

Por exemplo, a Neocontrol US recentemente tornou-se um membro da Z-Wave Alliance e poderá utilizar o protocolo no mercado americano.

Com a expansão dos standards, surgiu também um debate: as empresas deveriam priorizar a construção de seus próprios protocolos ou construir soluções que agreguem o máximo de padrões em um mesmo sistema?

Ecossistemas, a força da interoperabilidade

Os ecossistemas são modelos de negócios voltados ao valor de interoperabilidade, conceito que considera a integração de diferentes sistemas, dispositivos e aplicações, através da troca conjunta de informações entre si. Para sua operação, são desenvolvidas centrais multiprotocolos, os hubs, que integram dispositivos de diversas marcas.

Estas empresas possuem razoável vantagem em relação aos fabricantes de sistemas integrados, a partir da maleabilidade de seu modelo de negócio. O foco de sua produção pode estar restrito ao desenvolvimento de centrais integrados à sistemas – com a homologação de novos produtos para a operação –ou restrita a poucos subsistemas de Domótica (apenas dispositivos de iluminação ou segurança residencial, por exemplo).

A despeito da especialização, as empresas podem se abster da formação de representantes da marca, isto é, integradores de sistemas certificados. O maior benefício deste processo é a facilitação do acesso ao produto no mercado, peca, contudo, pelo pouco valor de diferenciação e incompletude destas soluções. Dependendo da empresa que o profissional escolherá, terá de lidar com políticas de parcerias pouco vantajosas e suporte padronizado ou terceirizado.

Sistemas fechados: a solução que vêm de casa

Os sistemas integrados ou fechados são modelos de negócio ou soluções de automação residencial que optam pelo desenvolvimento de produtos unicamente entorno da marca. Todos os dispositivos são criados para funcionamento por meio de centrais que operam com protocolos de comunicação exclusivos das empresas. São predominantes na atual indústria brasileira de smart home.

A maior vantagem deste sistema é a estabilidade do projeto, operando sob um mesmo protocolo. Este fator é um aliado do integrador de sistemas que não querem criar projetos de automação residencial que terão de suportar sensores e atuadores com diversos tipos de padrões, muitas vezes com suporte e assistência técnica dificultada.

A utilização de soluções padronizadas em protocolos, é muito mais segura pela confiabilidade em produtos genuínos e garantia de fábrica especial. Ressalta-se ainda, que a relação entre indústria e o cliente é muito mais aproximada. Para representar estas empresas, é preciso se tornar um integrador de sistemas certificado, recebendo treinamento técnico e comercial adequado.

Conclusão: qual tipo de solução escolher?

A resposta ideal, sem dúvida, considera sistemas que abordam aspectos de ambos os modelos de negócio de automação residencial. Estas soluções não estão restritas a quantidade de protocolos, mas sim enfatizam a oferta de capacidade e qualidade de customização ao projeto.
Por isso, indicamos a linha Module e Minibox WiFi.

Na Neocontrol desenvolvemos nosso próprio protocolo para comunicação, o Radio Technology Neocontrol (RTN). Nossas linhas também utilizam protocolo Radio Technology Somfy (RTS). Esta associação permite uma automação robusta que integra todos subsistemas de Domótica, sendo a única no mercado nacional com autonomia para controles de cortinas, persianas e outros dispositivos com motores tubulares.

Este são fatores de importante valorização de tanto de nossas soluções quanto de nossos integradores, que contam com uma solução altamente diferenciada e de fabricação 100% nacional. Além disso, nossos profissionais certificados podem se associar a Política Comercial Neocontrol, um pacto de parceria exclusivo que oferece ao nosso integrador descontos e prazos diferenciados e indicação de leads.

As soluções Neocontrol oferecem dispositivos e controladores para o desenvolvimento de redes cabeadas e wireless que otimizam o consumo de energia elétrica e oferecem alta personalização de residências de qualquer dimensão. Temos consciência de que podemos reinventar o conceito de morar, capacitando nossos integradores de sistemas e expandindo o mercado de automação brasileiro.

Cadastre e se torne um integrador com a Certificação Module no botão abaixo.

Referências

1NASCIMENTO, Marco Túlio. Análise Comparativa de Protocolos em Smart Home: Considerações em Conectividade. UFSC, 2016

2HORTA, João Carlos. Projeto de Instalações elétricas: Comparação entre a solução convencional e uma solução baseada no sistema KNX. Universidade Coimbra, 2016.

3ALESSI, Christian. Protocolo KNX utilizado para uma solução de eficiência energética em automação predial e residencial. Universidade de Caxias do Sul, 2016


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