Área do Integrador

3 tendências em arquitetura e design integradas com a automação corporativa

Tecnologia, criatividade e eficiência! Conheça três tendências em arquitetura e design completamente alinhadas aos recursos de automação corporativa.

A arquitetura é realmente um campo inovador do conhecimento.

Todos os anos, o mercado imobiliário se transforma de acordo com os novos projetos e demanda dos clientes. Este fenômeno ocorre não apenas pelas inovações deste campo, mas por todos que lhe complementam, como o design de interiores e a engenharia. Novas tendências em arquitetura surgem com a entrada de materiais, mobiliários ecológicos e principalmente tecnologia.

Desta maneira, a entrada de tecnologia de automação em projetos arquitetônicos é um caminho irreversível. Nos próximos anos, os sistemas inteligentes estarão presentes em casas inteligentes e no meio comercial, através da automação corporativa. Não apenas oferecendo controle total dos sistemas, mas totalmente integrada a parte funcional e estética do projeto.

Mas, como a automação pode contribuir nestes aspectos?

O ambiente corporativo está se reconfigurando às preocupações e demandas dos profissionais. Os novos modelos organizacionais, a preocupação com a qualidade de vida no trabalho e a sustentabilidade são valores compartilhados pelas empresas. Como resultado, essencial que o ambiente de trabalho transpareça e “inspire” seus usuários diários.

De forma direta, os recursos de automação corporativa alinham os novos projetos de construções empresariais a estes valores. Tudo isto de forma centralizada, ubíqua, ou seja, se tornando natural a decoração e as rotinas dos profissionais.

Nesta postagem, destacaremos 3 tendências em projetos arquitetônicos para espaços comerciais preparadas para a integração com a automação corporativa.

Minimalismo
O minimalismo aposta em economia no escritório, um dos princípios da arquitetura corporativa

O minimalismo na arquitetura é um movimento surgido nos anos 1980, como resposta a complexidade dos movimentos até então dominantes. Os arquitetos minimalistas são críticos ao excesso de intervenções presentes em seus projetos arquitetônicos, valorizando a integridade e individualidade de cada objeto.

Baseados no conceito de “menos é mais”, desenvolvido por um arquiteto Miers van der Rohe, o projeto minimalista exige reflexão espacial rigorosa. A redução de elementos – mobiliário, decoração, iluminação – não é uma regra a ser seguida, mas uma consequência do domínio do projeto.

Embora os arquitetos do minimalismo sejam bastante racionais em suas escolhas, suas obras evitam a todo custo serem “formalistas”. Ou seja, inexiste um padrão minimalista de decisões sobre materiais que tornem a elaboração de um projeto arquitetônico repetível. Cada projeto é único e nem mesmo os elementos têm de ser estéreis, como o senso comum imagina.

De fato, o mais importante na arquitetura minimalista é que transpareça honestidade do profissional e que, por consequência cada objeto seja compreendido pelo seu usuário. Neste ponto, é interessante destacar alguns recursos utilizados que tem ganhado ênfase recentemente.


  • Iluminação difusa em LED, com intensidade máxima ao ambiente;

  • Elementos contrastantes, como paredes de cores opostas ao cômodo;

  • Mobiliário clean, pensado individualmente em relação ao espaço (bancadas, mesas).

  • Revestimentos funcionais, que destacam os objetos;

Embora, o minimalismo por si não considere a tecnologia um fator essencial – o que é perceptível em sua liberdade criativa – a automação é um item interessante ao projeto. A integração racionaliza o controle de equipamentos, retirando a necessidade excessiva de interruptores e controles remotos.

Não menos importante, a automação corporativa fornece opções sustentáveis ao profissional. Por meio de persianas automatizadas e dimerização, é possível trabalhar a dinâmica entre luz externa e interna. Todo espaço físico pode ser iluminado naturalmente e acionado de forma econômica pelos dispositivos de automação.

Arquitetura biofílica
A automação corporativa e arquitetura biofílica apostam na sustentabilidade no ambiente das empresas

A sustentabilidade é sempre uma forte tendência para o mercado de automação, embora o termo tenha origens nos anos 1980. Sobretudo, pelo interesse voltado a eficiência energética e humanização de espaços. Como resultado, os projetos estão integrados ao princípio de arquitetura sustentável.

O que, então, significa arquitetura biofílica?

A hipótese da biofilia postula que o homem tem uma afiliação natural com o meio ambiente. Esta associação teria impactos positivos no desenvolvimento psicológicos e sociais para a humanidade. Diversos acadêmicos de diferentes áreas do conhecimento têm conduzido estudos que demonstram que ambientes aumentam a segurança e o desempenho no trabalho.

Segundo os teóricos, o processo de urbanização foi conduzido para esterilizar o contato humano com a natureza. A arquitetura moderna considerava o risco da exposição a natureza, como doenças e animais. O problema é que isto teria aprofundado os conflitos e problemas urbanos.

Opondo a esta visão, a arquitetura biofílica, então, sai ao resgate da conexão entre homens e a natureza.

Neste processo de retomada, os profissionais contribuem para projetos arquitetônicos ecologicamente sustentáveis ou mesmo que simulem a interação homem-natureza.


  • Uso de paredes e pisos naturais, em oposição ao uso de concreto e metal;

  • Decoração com plantas no ambiente interno, como parklets.

  • Telhados verdes;

  • Fontes e muros de água.

Para projetos arquitetônicos comerciais, a associação com automação corporativa tem uma série de aplicações. Explorando os benefícios diretos, as soluções contribuem para redução de gastos em sistemas de climatização e iluminação de escritório. Tudo de maneira integrada, através de emissores, módulos de relés ou radiofrequência.

Em projetos complexos, o uso de automação corporativa ainda auxilia para que a estrutura não desperdice ao invés de economizar. Soluções mais robustas automatizam iluminação de ambientes externos e equipamentos de irrigação, essencial para a manutenção econômica de jardins.

Design em Open Plan
O Open Plan é caracterizado pelo grandes escritórios, o que pode ser mais econômicos com a automação corporativa

Caracterizada pela valorização de escritórios de dimensões abertas, o open space teve diferentes fases na história de arquitetura corporativa. Nos anos 1950, o conceito foi desenvolvido pelos alemães Engelbert e Wolfgang Schnelle, que repensaram o ambiente de trabalho para um formato colaborativo de divisão espacial.

Em contraste ao dominante individualismo dos cubículos corporativos, o open plan propôs a utilização de estações de trabalho conjuntas (workstations).

Raramente dividido – o projeto extingue a divisão de paredes do escritório tradicional –, favorece um design mobiliário que facilita o contato interpessoal entre equipes.

O objetivo central, é incitar no profissional o “sentimento de identidade e pertença” na organização que trabalha, através do projeto compartilhado do espaço.

Ainda, a concepção do open plan preza pela acessibilidade, pela comunicação facilitada e quebra de hierarquia no trabalho, a menos em termos estéticos.

Dentro de um escritório, estes valores são perceptíveis na estrutura do local.


  • Utilização de baias centralizadas, com acesso pelos corredores laterais;

  • Uso de iluminação difusa, uniformemente distribuída para o conforto da visão;

  • Ausência de salas de gestores, que transitam no mesmo espaço dos funcionários.

Contudo, o investimento nesta tendência em automação é um desafio técnico aos profissionais. Principalmente, devido à necessidade de racionalizar o consumo e funcionalidade do espaço para um público de múltiplos usuários e, em geral, em áreas de grandes dimensões.

O custo energético da automação de escritório – impressoras, scanners e equipamentos de salas de reunião – é especialmente alto. Combinado ao consumo de energia de ar condicionado, os gastos podem ser exorbitantes ao final do mês.

Para contornar estes problemas, os sistemas automatizados surgem como soluções ideais! Além do controle de ar-condicionado e iluminação automatizada, possibilita o domínio de aparelhos de áudio e vídeo em salas de reunião. Projetores e televisores podem ser acionados por tecnologia infravermelha e agendados por aplicativos mobile.

Conclusão

Design de filtros de luz: dimerização e climatização podem ser trabalhados pela automação corporativa

Para além das principais tendências em arquitetura que destacamos, existem outras alternativas inovadoras aos arquitetos e designers de interiores. Todo o esforço criativo do trabalho do profissional expresso na eficiência de seus projetos, agora pode – e deve! – ser integrada aos recursos e vantagens da automação corporativa.

A design multiproposital, por exemplo, é uma das novidades mais interessantes no mercado. Os projetos desta vertente integram diferentes ambientes – auditório, áreas de lazer e estações de trabalhos – para as diferentes atividades em um só open plan. Alinhado ao espírito millennial, o multiproposital é marcado pela alta tecnologia e funcionalidade.

Neste ponto de vista, já imaginou como um projeto similar é lucrativo ao integrador de automação? São centenas de recursos a serem integrados, como multirooms e iluminação dimerizada, que trazem customização máxima ao ambiente.

Existem também tendências em arquitetura que trabalham como conceito de filtragem de luz, diminuindo a iluminação artificial para favorecer a luz externa. Com o propósito de criar a impressão de expansão do espaço, os projetistas desta vertente utilizam vidro, texturas claras e iluminação focada em pontos determinados do projeto.

Além do alto valor deste projeto arquitetônico, torna-se interessante trabalhar com sensores e luzes em dimerização para o uso econômico de luminárias. Os recursos ajudam na construção de cenários domóticos diversos, dando maior beleza e conforto aos usuários recorrentes de escritório.

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