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5 Dicas Essenciais Para a Eficiência de Seu Projeto de Iluminação

Conheça cinco ótimas dicas e saiba como tornar seu projeto de iluminação muito mais profissional!

Projeto de iluminação requer técnicas e conhecimento específicos

Qual é o seu planejamento para seus projetos de iluminação?

Construir projetos luminotécnicos é uma tarefa para profissionais qualificados, que possuem conhecimento necessário para tornar as instalações seguras e de alta performance. Mais do que uma boa organização é preciso compreender a fundo as necessidades dos consumidores.

Afinal, não é muito incomum encontrar clientes que desconfiam sobre serviços ruins prestados por instaladores no passado. O resultado são clientes frustrados e resistentes a qualquer tipo de inovação mais avançada em Luminotécnica.

O que, convenhamos, é uma péssima experiência para todo o mercado de iluminação residencial.

Com este desafio, apresentamos cinco dicas para tornar seus projetos de iluminação muito mais customizados e eficientes.

Invista em um projeto elétrico eficiente
O Projeto De Iluminação Requer Um Projeto Elétrico Elaborado Prévio

Antes de partir para o projeto de iluminação em si, conheça bem o planejamento do projeto elétrico da instalação.

Não subestime o trabalho de um profissional dedicado exclusivamente ao projeto elétrico. Independente do serviço executado, este trabalho tem de ser conduzido por engenheiros elétricos e técnicos em eletrotécnica com know-how nestes sistemas.

Hoje, arquitetos, urbanistas e engenheiros civis também podem assinar projetos elétricos de baixa tensão, enquadrados na NBR 5410.

Apesar da polêmica no entorno desta competência, é aconselhável que o profissional responsável conte com auxílio complementar, se julgar necessário. Mesmo se tratando de um planejamento centrado na iluminação, muitas regras específicas se aplicam neste tipo de instalação.

O projeto luminotécnico deve cumprir normas de segurança similares de uma construção comum, com os adicionais específicos para sua viabilização. Os erros mais comuns são relacionados ao dimensionamento da rede, mas, decorre de escolhas erradas de instaladores durante a etapa de construção.

O dimensionamento distribui corretamente a energia, evitando o desconforto de quedas constantes e os temidos incêndios. Ao calcular as cargas utilizadas em equipamentos, tomadas e iluminação de um projeto, constrói-se um mapeamento completo do consumo e distribuição sustentável da corrente elétrica.

Com isso, a ocorrência de curto-circuito será evitada, além do risco de possível superaquecimento em caso de sobrecarga de energia.

Equipamentos que exigem alta potência precisam ser segregados no projeto de iluminação elaborado. É o caso dos chuveiros e ar-condicionados em geral. Os sistemas de HVAC são os aparelhos de maior consumo energético, portanto precisam de seu próprio circuito incorporado aos disjuntores.

Com o levantamento em mãos, você estará apto para avançar a customização da arquitetura e da eficiência do projeto luminotécnico.

Posicionamento Correto de Luminárias
O posicionamento de luminárias é determinante para o sucesso do projeto de iluminação

É determinante que seus projetos de iluminação estejam otimizados ao posicionamento correto de luminárias. A percepção visual dos usuários de um espaço iluminado muda completamente de acordo com o tipo de iluminação escolhida.

Isso se deve principalmente, ao grau de angulação e fluxo luminoso de cada luminária.

As lâmpadas transformam a energia elétrica em luz de diversas maneiras. Como resultado, os pontos irradiam fachos em todas as direções, o que denominamos como fluxo luminoso, uma quantidade que pode ser medida em lúmens.

A extensão do facho luminoso acontece, de acordo com o grau de abertura da lâmpada. Quanto maior a superfície do aparelho, maior será seu ângulo de irradiação.

Desta forma, as lâmpadas de bulbo tem uma irradiação mais dissipada em comparação àquelas destinadas para detalhe, como as dicroicas. Contudo, qual será o tipo mais apropriado ao projeto de iluminação?

Bem, isto dependerá do propósito que estes luminosos serão utilizados e as necessidades de seu cliente.

As lâmpadas de detalhes são dedicadas a focalizar elementos específicos em cenários, como paredes e móveis de um ambiente. Com ângulo restrito, o facho de luz é apropriado para destaque de mesas, entradas e portas de casa.

É o caso de luminárias com os formatos PAR e AR de alguns LED, que atuam como um “farol” sobre a superfície de objetos.

Em outra mão, para a dispersão luminosa – indicada para locais maiores – serão utilizadas lâmpadas de iluminação geral, como halogenas e LED de bulbo. De acordo com a potência, elas serão muito mais usadas na composição principal do seu cenário.

Para o bom aproveitamento do projeto de controle de iluminação, considere também outros fatores como o balanceamento de lâmpadas e consumo energético. De nada adianta construir sistemas esteticamente agradáveis com alto gasto energético e desgaste físico de usuários.

Escolha lâmpadas compatível com sua composição

Escolher lâmpadas nem sempre é um processo simples. A escolha baseado unicamente na intensidade de luz pela potência, nunca deve ser cometida em projetos de iluminação!

Para uma composição de planejamento de alto valor estético, é preciso se atentar a outros fatores como Índice de Reprodução de Cores e Temperatura, variados com o tipo de lâmpada escolhida.

A Temperatura de Luz é uma grandeza que define a tonalidade de cor de uma lâmpada, medida em Kelvin (K). Sua composição pode ser vista no espectro de temperatura de cor, uma escala variada entre 1500 a 7500 K.

Escala de Cores

Curiosamente, quanto mais baixa sua temperatura – entre 1500 a 3000 K – mais quente é sua cor, em tons vermelhos ou amarelos. Já as cores de luz fria possuem temperatura alta – 5000 a 7500 K -, emitindo cores de tonalidades azuis.

Atualmente, as principais lâmpadas disponíveis no mercado brasileiro são:

  • Halógenas
  • Incandescentes
  • Fluorescentes
  • LED

Em termos de temperatura de cor, as lâmpadas incandescentes são as maiores irradiadoras, pela transformação de luz baseada em filamento. Elas são ideais para ambientes relaxantes, como quartos, apesar de consumirem mais energia e emitir mais calor.

Em outra mão, as lâmpadas de cor fria – emissoras de “luz branca” – são exemplificadas para lâmpadas fluorescente e os LED. Sua composição reproduz a luz natural ao meio-dia, considerada neutra, tem grande flexibilidade de utilização.

A iluminação fria tem grande capacidade de preenchimento de espaço, aumentando a percepção de dimensão e atividade ao olho humano. Seu uso também é indicado para áreas de movimento intenso em imóveis, como escritórios e cozinhas.

Não menos importante, fique de olho no IRC. Ele demonstra a fidelidade de reprodução de cor de uma lâmpada, em relação à luz natural. Medido em porcentagem, quanto mais alto este índice, mais fiel é sua representação de cor de um objeto iluminado.

Aproveitamento de Luz Externa
Utilize Cortinas Motorizadas Integradas em Projeto de Iluminação

Para tornar seu projeto de iluminação sustentável, considere o aproveitamento da luz externa nos espaços internos dos imóveis em planejamento. Mesmo em construções já finalizadas ou antigas, existem possibilidades de composição com elementos além dos pontos de luz.

Existem diversos equipamentos para o isolamento da incidência solar ou iluminação pública sobre imóveis, com custo variável ao orçamento de seu cliente.

  • Blackouts
  • Persianas e cortinas
  • Toldos e telas
  • Esquadrias de alumínio

Para além da instalação de películas para vidro com opacidade para iluminação externa, estes produtos hoje são usados de forma dinâmica. Os equipamentos de alto padrão utiliza motorização tubular para abertura, recolhimento de réguas e operação remota por radiofrequência.

Além de não prejudicarem o projeto arquitetônico – os motores são instalados em suportes ocultos -,os equipamentos ajudam no isolamento acústico. Devido ao material de fabricação das lâminas, as esquadrias e telas de alumínio, oferecem esta facilidade sem prejudicar a climatização interna.

No âmbito da iluminação especificamente, a luz externa é aproveitada pela dimerização.

Este processo considera a incidência de luz solar em um ambiente para ajustar a intensidade de lâmpadas. Através de sensores dedicados a captação de luz integrada à dispositivos atuadores, este recurso possibilita que a iluminação se “auto-ajuste” ao desempenho mais apropriado.

Em outras palavras, otimizada ao consumo energético mais econômico e sustentável ao meio-ambiente.

Projetados para áreas internas e externas de imóveis, estima-se que a dimerização reduza o gasto médio mensal em até 30%!

Aproveitando a luz externa, seus projetos terão muito mais valor ao seu cliente, com benefícios comprovados diretamente ao seu bolso.

O mais interessante, você sabia que tanto a dimerização e o funcionamento de cortinas motorizadas podem ser gerenciados em conjunto? Para viabilizar este conjunto, é preciso explorar a automação residencial.

Aposte na Automação Residencial!
Projeto de Iluminação integrado a Automação ganha funcionalidades diversas

Não temos dúvida que as soluções de automação são o modo mais inteligente para valorizar seu projeto de iluminação.

Os projetos luminotécnicos se tornam muito mais complexos, dependendo da personalização de arquitetura e decoração pretendidas pelo cliente. A exemplo, os planejamentos mais simples dificilmente estarão integrados a cortinas, que são parte essencial para economia de energia hoje.

Caso opte pela instalação separada, será um gasto mais elevado ao consumidor. Além dos serviços de planejamento de lâmpadas, terá de pagar por novos serviços específicos para colocação de cortinas.

No entanto, ao optar pela automação, todos os recursos de casa estarão sobre um mesmo sistema de rede, junto a climatização e até segurança.

Sobre tutela do integrador de soluções, todas as funcionalidades de imóveis serão organizadas em um sistema inteligente capaz de responder com economia às condições ambientes. Com a utilização de sensores para captação e periféricos para comunicação de dados, um ambiente responderá autonomamente aos eventos ocorridos.

Especificamente para iluminação, a utilização de sistemas de automação oferece diversos recursos além da dimerização.

  • Aumento de vida útil da iluminação;
  • Controle de cortinas motorizadas com iluminação, em cenas de automação;
  • Medição de consumo energético mensal;
  • Funcionamento de lâmpadas, agendado por smartphone.

Com estas aplicações, seu projeto de iluminação não trará apenas beleza para os ambientes projetados, como fará construirá um sistema robusto de gerenciamento de energia.

Conclusão

Nesta postagem, demonstramos algumas dicas para seu projeto de iluminação. No entanto, a Luminotécnica é um campo bastante amplo e suscetível à diversas interpretações de fabricantes e profissionais instaladores.

Afinal, é essencial ter em mente que cada planejamento encomendado ao instalador é único. Assim como o nível de aprofundamento e o investimento orçado, os gostos e rejeições do cliente tem importante influência sobre as capacidades de um projeto de iluminação personalizado.

Em termos de customização, os sistemas de automação são a ferramenta mais avançada para projetos de iluminação.

Seu poder de automatizar o consumo energético em conjunto em integração a tecnologias sustentáveis, serão o futuro da iluminação residencial e corporativa.

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