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5 tendências de arquitetura sustentável para usar com automação!

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Conheça cinco tendências que demonstram porque a automação residencial e a arquitetura sustentável estão totalmente alinhadas!

Construir projetos arquitetônicos exige que os profissionais da construção estejam atentamente voltados para a arquitetura sustentável. As edificações atuais precisam integrar os espaços de uma residência e utilizar materiais e técnicas que minimizem o desperdício.

Em outra mão, os consumidores estão cada vez mais exigentes com a sustentabilidade na arquitetura. Cada vez mais, os produtos sustentáveis, que já faziam parte do espaço de casa, se consolidam como investimento no mercado imobiliário. Os clientes querem mais conforto, eficiência e tecnologia dentro de casa.

Aos engenheiros e arquitetos, foi posto o desafio: como aliar inovação e sustentabilidade em seus projetos arquitetônicos? Como atender ao desejo do cliente em economia de energia e comodidade na planta? Quais materiais de construção seriam apropriados para a eficiência e criatividade destes projetos?

Por esses fatores, a automação residencial se torna uma excelente opção para atingir estes objetivos! As vantagens do gerenciamento inteligente dos sistemas de energia não limitam a criatividade do profissional. Pelo contrário, as soluções de casas inteligentes estão totalmente alinhadas com as novas tendências de arquitetura sustentável.

Para ajudar você, demonstraremos aqui como a automação residencial pode ser útil na criação de projetos arquitetônicos econômicos e inovadores. Você verá cinco formas em que arquitetura sustentável é ainda mais eficiente e rentável integradas às soluções de smart home.

  1. Retrofit
  2. Espaços compactos
  3. Telhado verde
  4. Utilização de materiais de construção pré-fabricados
  5. Certificações de sustentabilidade
Retrofit
O retrofit é a tendência com em arquitetura sustentável com maior potencial de economia de energia e água

Conhecido pela renovação de infraestrutura de iluminação residencial, o retrofit tem alto valor agregado em arquitetura sustentável. Através de projetos integrados voltados à modernização total de rede, seu foco principal está na manutenção das características estéticas de construções. Para a sustentabilidade, as soluções de automação facilitam o gerenciamento de energia elétrica, reuso de água e controle de tarefas.

Apesar da retração no setor imobiliário, o mercado de retrofit está crescendo no Brasil. Principalmente por conta de ações governamentais e privadas pela renovação de centros urbanos degradados, para novas destinações comerciais e institucionais. Buscando um urbanismo sustentável, edificações e complexos arquitetônicos estão adaptando seu consumo atual, sobretudo voltados à sistemas de climatização residencial.

Em outra mão, o investimento na reforma de prédios antigos tem se comprovado pela valorização das propriedades após as obras. Muitos apartamentos podem valer até 10% mais, dependendo da profundidade do projeto arquitetônico elaborado. Isto, sem calcular o retorno ao investimento resultante da redução de consumo de energia em casa no longo prazo.

Estima-se que a automação residencial em retrofit pode reduzir em até 40% do consumo de energia elétrica em edificações sustentáveis. Ainda, variada à complexidade do projeto, a integração permite economia nos demais subsistemas da casa (climatização, áudio e vídeo). O principal fator será o tamanho do budget inicial e as especificações que o usuário final demandará durante o processo.

Por mais que o retrofitting seja complexo, sua prática permite mais possibilidades criativas à arquitetura sustentável. Em destaque, nos projetos luminotécnicos com a dimerização de LEDs e uso de materiais de construção para ambientação dos espaços. Todo o projeto precisa estar integrado a revestimentos e posicionamento adequado de luzes. Logo, que proporcione o aproveitamento de insolação e mantenha a climatização apropriada em casa.

Saiba mais como os projetos de retrofit podem ser mais lucrativos, clicando aqui.

Espaços compactos
Apartamentos compactos e verdes são um ótimo campo para arquitetura sustentável

Os espaços compactos são a mais nova tendência em edificações das cidades mundiais. Se a partir da década de 1970, a arquitetura esteve voltada às grandes construções, a aposta agora está no minimalismo. Além deste conceito, as novas edificações prezam pelo princípio de sustentabilidade e funcionalidade no gerenciamento de consumo e mobiliário interno. Todo o espaço é pensado entorno das atividades básicas do morador.

Hoje, os lançamentos de apartamentos compactos representam metade dos lançamentos em São Paulo. Os principais empreendimentos destacam que esta demanda por imóveis compactos está ligada a públicos que querem mais mobilidade e praticidade. Não obstante, muito destas edificações contam com serviços compartilhados, como lavanderias, academias e serviço de limpeza.

Em geral, os apartamentos compactos são de três tipos de dimensões:

  • Flat (menores que 30 m², com serviços agregados);
  • Studio (30 m², com um dormitório e banheiro);
  • Loft (maiores que 50 m², com cômodos integrados).

A arquitetura sustentável se manifesta principalmente pela eficiência do planejamento do espaço para economia de consumo nas atividades cotidianas. Em geral, os apartamentos compactos priorizam o compartilhamento de cômodos, pela retirada de paredes e divisórias. É muito comum a utilização de drywalls e bancadas americanas, compartilhando sala e cozinha.

Por conta do interesse em reduzir o custo do empreendimento, a automação wireless é uma opção econômica utilizada pelas incorporadoras. Além da diminuição de uso de cabeamentos, estes sistemas de automação oferecem mais flexibilidade à utilização de materiais de construção. Desta forma os projetos de apartamentos compactos se tornam mais inovadores e baratos aos construtores envolvidos na obra.

Além dos apartamentos compactos, os projetos para automação corporativa de escritórios também é um campo interessante para arquitetos. Nestes espaços, o planejamento pode ser mais voltado ao consumo sustentável, focado em cortinas motorizadas e climatização.

Telhado verde
Nova tendência em arquitetura sustentável, os telhados verdes podem receber automação de irrigação e dimerização de iluminação

A construção de telhados verdes é uma solução de arquitetura sustentável completamente influenciada pelo novo urbanismo. Caracterizada pelo uso de vegetação e materiais reflexivos para redução de calor nos edifícios, estas instalações são muito atrativas aos clientes. Tanto pelo aspecto estético quanto “verde”, os green roofs são ótimas oportunidades de criação aos arquitetos.

Baseados em princípios de arquitetura verde, os telhados são estruturas paisagísticas para aplicação de vegetação em camadas de substrato. Em geral, a construção do projeto necessita de seis limites para cultivo, impermeabilidade e reuso de água. Para a criação dos jardins, são levadas em conta qual tipo de dedicação e destinação que o usuário dedicará ao espaço.

Assim, os projetos são divididos em dois níveis de complexidade:

  • Intensivos: exigem manutenção constante por conter vegetação semeada, gramados e não nativas. São projetos mais caros, porém mais diversificados e integrados com espelhos d’água.
  • Extensivos: utilizam vegetação não semeada, nativa e com profundidade de solo. Exigem menor manutenção, porém menos variedade de espécies.

Além destas opções existem outras tecnologias sustentáveis, focados na geração de energia e reflexividade de luz solar. É o caso dos chamados cool roofs, com prioridade em impedir a formação de ilhas de calor entrono das edificações.

Embora estejam baseadas em princípios de arquitetura sustentável, é preciso cuidados para que estas estruturas sejam ineficientes. A depender da complexidade do projeto, todo o sistema de reuso exigirá mais consumo de energia e água, aumentando os gastos do proprietário.

Como fazer com que os telhados sejam realmente “verdes”?

As soluções de automação conseguem responder efetivamente esta questão. Através do gerenciamento de irrigação e agendamento de tarefas, o controlador pode programar seu sistema para fornecimento de água necessário à vegetação. Ainda, a automação também pode economizar satisfatoriamente em subsistemas agregados ao paisagismo do green roof (dimerização de iluminação, principalmente).

Utilização de materiais de construção pré-fabricados

Se existe um mercado onde há grande sinergia entre automação residencial e arquitetura sustentável, é o de materiais de construção pré-fabricados. O uso de materiais de concreto pré-moldados favorece a construção de obras sustentáveis com flexibilidade necessária para ampliações futuras.

Os concretos pré-moldados tornam as construções mais dinâmicas, pois sua fabricação é muito econômica e rápida do que na alvenaria comum. As peças são criadas a parte do canteiro de obra, sendo recebidas prontas pelos profissionais construtores. Geralmente moldadas em placas de paredes e lajes, toda a construção funciona a partir de encaixe e junções de aço. Como blocos de montar!

Este processo é bastante econômico em termos de orçamento. O custo fixo total da obra cai com a redução de mão de obra para fabricação e gastos com desperdício em concreto. Da mesma forma, o processo de construção das peças é mais eficiente e de impacto reduzido ao meio-ambiente.

Toda montagem também pode ser feita em construções modulares, o que torna todo trabalho ainda mais interessante ao arquiteto. Cada expansão da residência pode ser pensada em separado, sem descaracterizar o projeto arquitetônico original. Para projetos que envolvam a automação residencial, esta capacidade de segmentação está integrada a escalabilidade e performance das soluções.

Com sistemas wireless, é possível, progressivamente, integrar todos subsistemas elétricos e cômodos de casa sem gastos adicionais de reforma. Toda estrutura de centrais sem fio, atuadores e sensores captam e transformam em dados as alterações de tempo. Se adaptando de forma ubíqua ao espaço – ou seja, natural – toda tecnologia para comodidade e customização pode ser explorada pelo arquiteto.

Certificações de sustentabilidade
A busca por selos de certificação comprovam a eficiência do projeto de arquitetura sustentável elaborado

A automação residencial é um ideal para empreendimentos e arquitetos que querem garantir certificações de sustentabilidade para seus projetos. Já demonstramos como os sistemas inteligentes podem melhorar. Agora, falaremos de selos específicos conquistados pela comprovação de construção sustentável com melhora do consumo de água e energia elétrica.

As certificações em meio-ambiente são processos voluntários, cujo as empresas se candidatam para demonstrar o desempenho sustentável de seus serviços. Os critérios de avaliação são estatísticos, baseados em créditos ou pontos por categorias auditadas pelas entidades responsáveis. Os principais critérios a ser avaliados são processos e gestão empregados, além dos desempenhos em economia de energia, água e redução de emissão de CO2.

No Brasil, as principais certificações seguem padrões similares aos selos americanos e internacionais. Existe variações destinadas para edificações comerciais, serviços de manutenção e renovação de construções. Dentre as mais interessantes em arquitetura sustentável, podemos destacar:

  • LEED (Leadership in Energy & Environmental Design);
  • AQUA/HQE (Alta Qualidade Ambiental);
  • Casa Azul (projetos financiados pela Caixa Econômica Federal).

Além da preservação de recursos naturais, estes selos proporcionam publicidade ao portfólio, alta diferenciação e status aos seus detentores. Não apenas entorno da redução de gastos, mas no ganho de imagem relacionado a responsabilidade social e ecológica da iniciativa. Com a qualidade comprovada, as vendas são muito mais ágeis, principalmente em mercados de alto padrão.

Neste ponto, destacamos a automação residencial como solução apropriada para atender tanto a necessidade de tecnologia quanto de status aos usuários. É essencial que o profissional – seja arquiteto ou integrador – se atente ao valor simbólico que estes selos conferem e sua tradução em maior lucratividade.

Conclusão

A arquitetura sustentável é tão significante nas construções atuais, que não pode mais ser ignorada por profissionais de obra. Embora esteja presente em mercados de alto preço e edificações de grandes dimensões o cenário será diferente na próxima década. Os planos diretores das cidades brasileiras já preveem medidas para conter a poluição, tráfego de veículos e adensamento populacional.

Sem dúvidas, a automação residencial terá uma crescente participação junto aos novos projetos arquitetônicos. Seja no fornecimento no campo da automação corporativa, edificações residenciais ou mesmo na participação no futuro promissor das smart cities.

O mercado é animador, sobretudo para profissionais com perfil “projetista” – arquitetos, designers e engenheiros – que se iniciam no universo da automação residencial. A qualidade oferecida pelas fabricantes nacionais oferece soluções completas para obter alta performance em customização e eficiência energética. Basta se tornar um integrador de sistemas!

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