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NotíciasComo tornar a automação assistiva mais intuitiva ao usuário final?

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A adoção de recursos de automação assistiva nem sempre é um processo simples. Saiba como o integrador pode torna-lo mais aceitável e agradável ao usuário da automação

Automação Assistiva é personalizada, cada projeto possui demandas diferentes

A automação residencial é costumeiramente vendida pelos benefícios do aumento de qualidade de vida que proporciona aos usuários finais. O controle inteligente sob um mesmo sistema é visto como maior vantagem, habilitando diversas interfaces sobre um mesmo controlador. Desta forma, criou-se o conceito de que quanto mais funcionalidades, melhor será o projeto da smart home.

Contudo¬, este pode ser um erro grave cometido pelo integrador. Muitos profissionais ignoram o fato que o maior diferencial do projeto de automação assistiva está em sua necessidade de personalização. Nem sempre as mesmas utilidades para idosos, terão a mesma importância ou será imprescindível a usuários com mobilidade reduzida. Ainda, é preciso vencer possíveis resistências do usuário a própria utilidade das soluções, caso sejam encaradas como recursos complexos e caros.

Como o integrador pode vencer estes desafios e construir projetos de alta performance para os diversos público-alvo de automação?

Nesta postagem você saberá dicas para

Importância do projeto integrado de automação

A principal capacidade a ser desenvolvida para uma eficiente automação assistiva é a concepção de um projeto integrado de automação. Este é um desafio comum, não apenas em torno da automação para inclusão. Na Pesquisa de Integradores da Aureside 2016-2017, quase 100% apontaram está como sua prioridade de capacitação!

Muitas dúvidas surgem principalmente devido à natureza multidisciplinar do projeto integrado de automação, como destacamos em artigo anterior. Sua concepção tende ficar ainda mais complexa se considerado um planejamento com foco em acessibilidade. As decisões do arquiteto, integradores e engenheiros, quando não alinhadas, podem inviabilizar a funcionalidade de todo um sistema de automação.

Não obstante, o primeiro processo eficiente será de abordagem direta ao cliente, por meio de entrevista e mapeamento de perfil. Estas ferramentas permitirão a compreensão das necessidades reais, dores e sentimentos acerca da automação residencial ofertada. Em princípio, todo histórico de consumo energético será determinado, em um espectro mensal ou anual. Em segundo lugar, todas as rotinas de mobilidade do usuário serão detalhadas, levando preciosos insights para reforma ou construção da residência.

Este detalhamento servirá como suporte ao convencimento do usuário à compra. Nem sempre as funcionalidades que servirão para idosos servirá para usuários com mobilidade reduzida, portanto cada argumentação é única. O convencimento pode ser feito em aspectos de benefícios gerais ou específicos.

  • Gerais (custo-benefício da redução de gastos da casa, valorização de imóveis, segurança residencial).
  • Específicos (autonomia ou independência, comodidade, interatividade por meio de assistentes de voz, redução de esforços).

Além disso, cabe ao integrador – na posição de vendedor –, simplificar o produto ao cliente. Nem todas as funções e termos serão compreendidos pelo cliente final. Por exemplo, a questão da sustentabilidade ou usabilidade. Termos relativamente recentes, que podem ser vistos diretamente na redução de gastos de energia e ajuste de cenas de automação. É o que veremos na próxima seção.

Custo-benefício da automação residencial
Automação Asisstiva eficiente fornece benefícios gerais e específicos baseados em usabilidade, desenho universal e acessibilidade

O maior benefício geral das casas inteligentes sem dúvidas, está na eficiência energética ou hídrica do consumo. Estima-se que um projeto de automação tenha potencial de redução do gasto em até 30% nas contas de casa. Uma economia incrível, considerando que este valor incide em um gasto inicial de 10% da infraestrutura em automação.

Porém, os investimentos variarão por uma série de fatores, alguns específicos do projeto de acessibilidade.

Um conceito anteriormente abordado é que todo projeto integrado de automação residencial, possui escalabilidade. Tanto por seu aspecto integrado – da qual novas funcionalidades podem ser progressivamente adicionadas – quanto por sua complexidade técnica. Isto é determinante para outro fator: quanto maior o orçamento estipulado para o projeto, maior serão as funcionalidades inseridas.

Entretanto, isto não quer dizer que para uma automação eficiente será preciso gastar muito! Em relação à automação assistiva, o fator mais importante a ser considerado será a customização como parâmetro para o projeto. O custo dependerá essencialmente do tipo de sistema escolhido em consonância com sua capacidade em refletir as demandas do usuário.

Hoje, as melhores soluções em automação oferecem flexibilidade para comandos em espaços de qualquer dimensão. Em especial, os sistemas wireless reduzem o preço, à medida que exclui a necessidade de intervenções na casa. Outra vantagem – especialmente ao projeto integrado – está no fato que estes facilitam o trabalho de arquitetos. Permitindo o controle de cenas no raio de alcance das centrais WiFi, torna-se mais simples a distribuição de interfaces.

Isto é bastante relevante, considerando os princípios de tecnologia assistiva. Primeiro, por aumentar a independência dos usuários reduzindo seus deslocamentos para ligar aparelhos ou acionar iluminação. Ou então, pela simplificação do uso de aparelhos mediante interfaces que se configuram como atalhos para as rotinas diárias. Todos estes princípios estão devidamente aliados com a noção de desenho universal.

Interfaces que tornam tudo mais fácil

Os projetos atuais contam com a incorporação de interfaces que permitem a interação de usuários, quaisquer sejam suas limitações físicas. Estes recursos simplificam o uso da automação, sem estigmatizar o usuário. Incorporando os princípios da tecnologia assistiva em seu desenvolvimento, estes produtos são usados de forma similar por todos usuários.

Em destaque, para a utilização de assistentes de voz que possui múltiplas aplicações para o cotidiano. O ajuste de cenas ou comando específico de aparelhos de áudio, vídeo e iluminação reduz substancialmente a locomoção espacial. Esta função é também previsível, sendo capaz de informar as condições de temperatura e iluminação em cômodos específicos da casa. Tudo dependerá do grau de integração da residência, a distribuição de sensores para captação do ambiente e transmissão de dados.

Novas utilidades também estão sendo centralizados nos assistentes de voz, o que potencializam as capacidades do cliente. Por exemplo, o Google Home agora é capaz de fazer ligações telefônicas e interagir com diversos aplicativos. O Amazon Echo – dispositivo que já possui integração com as soluções Neocontrol – oferece diversos serviços, como a própria Amazon e o Uber.

Estas interfaces agem diretamente nos benefícios específicos anteriormente apontados. Determinemos outros ganhos diretos, além da autonomia:

  • Inclusão social: aparelhos colocam clientes em comunicação com parentes e amigos.
  • Cuidados com a saúde: programação para horários de medicação e eventos
  • Entretenimento: acesso à aplicativos de filmes e músicas.

Outra interface que facilita o uso – bastante comuns as casas brasileiras – são as smart tvs. Estes aparelhos permitem comando direto de cenas de automação desde que possuam o aplicativo da automação instalado. As ativações por meio de controle remoto facilitam a apreensão da tecnologia ao contexto do usuário, substituindo o uso de interfaces touchscreen. No sistema Minibox WiFi, são as smart tvs Sony que fazem a integração entre usuários e plataforma por meio do aplicativo da automação.

Conclusão

No futuro da automação assistiva, a introdução da Internet das Coisas incorporará a acessibilidade de forma informacional ao ambiente. O aumento da conectividade e interoperabilidade entre equipamentos permitirá total customização de projetos integrados de automação. Os profissionais envolvidos nesta tarefa, terão de repensar o espaço físico contemplando-a como uma infraestrutura de rede de múltiplas possibilidades de acesso.

Ademais, é possível pensar futuramente na interação entre automação e serviços ligados às necessidades de bem-estar do público-alvo do integrador. O home care, por exemplo, serviços de monitoramento remoto em conjunto com atendimento em casa promete interagir dados gerados por sensores de automação, corporais e interfaces em um mesmo sistema.

Contudo, voltando a realidade das casas inteligentes atuais, destacamos a importância da priorização das demandas do usuário nos projetos elaborados. A elaboração de estruturas enxutas, enquadrada aos custos do cliente é plenamente possível. A utilização de sistemas wireless é pioneira neste sentido, com a diminuição parcial ou total do gasto total com automação. Além disso, sua simplificação de instalação facilita a entrada de novos players no mercado como revendas de iluminação, segurança, além de arquitetos e engenheiros.

Neste caso, a Neocontrol apresenta o Minibox WiFi. A única automação plug n’ play do mercado brasileiro para integração de sistemas de áudio e vídeo, dimerização, segurança de portas e ar-condicionado em uma mesma solução. Além disso, o Minibox WiFi utiliza protocolos de rádio tecnologia Somfy, que permite automação de motores de cortinas e persianas. Um sistema completo para total customização de projetos de residências de até 150 m².

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